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Trabalhos apresentados no 69º ASRM, de 12 a 17 de Outubro em Boston – EUA

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O IPGO esteve presente no 69º Congresso da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM), que ocorreu de 12 a 17 de Outubro em Boston – Massachusetts – Estados Unidos e apresentou dois trabalhos científicos:

INTRAUTERINE INJECTION OF HUMAN CHORIONIC GONADOTROPIN BEFORE EMBRYO TRANSFER MAY IMPROVE CLINICAL PREGNANCY AND IMPLANTATION RATES IN BLASTOCYSTS TRANSFERS

Arnaldo S. Cambiaghi, MD1, Rogerio B F Leao, MD1, Amanda V Alvarez, MD1 and Patricia F Nascimento1. 1IPGO – Instituto Paulista de Ginecologia, Obstetrícia e Medicina da Reprodução, Rua Abilio soares 1125 Sao Paulo, Sao Paulo, Brazil, 04005-004.

Objective: To assess the effectiveness of intrauterine injection of human chorionic gonadotropin (hCG) before embryo transfer to improve implantation and clinical pregnancy rates in women undergoing transfer of blastocysts derived from fresh donor oocytes.

Design: Randomized and controlled study.

Materials and Methods: Between January and December 2012, we selected 44 women undergoing endometrial preparation for transfer of blastocysts derived from fresh donor oocytes. A computer-based randomization was used to allocate the patients to two groups on the day of embryo transfer. The inclusion criteria were endometrial thickness >7mm on the day which the donor received hCG and at least two blastocist on the day of embryo transfer. In group I (n=22), they were submitted to an intrauterine injection of 500 IU of hCG 6 hours before the embryo transfer. In group 2 (n=22), women were forwarded straight to embryo transfer. The evaluated outcomes were pregnancy, clinical pregnancy and implantation rates, compared using chi-square or Fisher’s exact test.

Results: In the group of women which received intrauterine injection of hCG, we observed an increase in implantation rate (61.3% vs. 35.2%), pregnancy rate (84.4% vs 68.2%) and clinical pregnancy rate (81.8% vs 63.3%) compared to the group without hCG. The results had no statistical significance, probably due to a small number of cases.

Conclusions: Intrauterine hCG injection before embryo transfer seems to improve the implantation and clinical pregnancy rates in transfers of blastocysts derived from fresh donor oocytes. Nevertheless, larger researches must be performed to confirm the efficacy of this adjuvant therapy.

Support: None.

Tradução: Português

INJEÇÃO ENDOMETRIAL DE GONADOTROFINA CORIÔNICA HUMANA ANTES DA TRANSFERÊNCIA DE BLASTOCISTOS PODE MELHORAR AS TAXAS DE GRAVIDEZ E IMPLANTAÇÃO

Objetivo: Avaliar a eficácia da injeção intra-uterino de gonadotrofina coriônica humana (hCG) antes da transferência do embrião para melhorar as taxas de implantação e gravidez clínica em mulheres submetidas à transferência de blastocistos derivados de oócitos frescos doadores.

Projeto: Estudo randomizado e controlado

Materiais e Métodos: Entre Janeiro e Dezembro de 2012, foram selecionadas 44 mulheres submetidas à preparação do endométrio para a transferência de blastocistos derivados de oócitos frescos doados. Foi utilizado um programa de randomização para alocar as pacientes em dois grupos no dia da transferência de embriões. Os critérios de inclusão foram espessura endometrial> 7 milímetros no dia que a doadora recebeu hCG e pelo menos dois blastocistos no dia da transferência do embrião. No grupo I (n = 22), as pacientes foram submetidos a uma injeção intra-uterino de 500 UI de hCG 6 horas antes da transferência do embrião. No grupo 2 (n = 22), as mulheres foram encaminhadas direto para transferência de embriões. Os parâmetros avaliados foram taxas de gravidez, gravidez clínica e de implantação, através de qui-quadrado ou teste exato de Fisher.

Resultados: No grupo das mulheres que receberam a injeção intra-uterino de hCG, observou-se um aumento na taxa de implantação (61,3% vs 35,2%), taxa de gravidez (84,4% vs 68,2%) e taxa de gravidez clínica (81,8% vs 63,3%) em comparação com o grupo sem hCG. Os resultados não tiveram significância estatística, provavelmente devido ao pequeno número de casos.

Conclusões: A injeção de hCG intra-uterina, antes da transferência do embrião parece melhorar as taxas de implantação e gravidez clínica nas transferências de blastocistos derivados de oócitos frescos doadores. No entanto, investigações maiores devem ser realizados para confirmar a eficácia desta terapia adjuvante.

TRANSCUTANEOUS ELECTRICAL NERVE STIMULATION CAN REDUCE PAIN DURING DIAGNOSTIC HYSTEROSCOPY AND ENDOMETRIAL BIOPSY: A RANDOMIZED, CONTROLLED TRIAL

Arnaldo S Cambiaghi, MD¹, Rogerio B F Leao, MD¹, Amanda V Alvarez, MD¹ and Patricia F Nascimento¹.

¹IPGO – Instituto Paulista de Ginecologia, Obstetrícia e Medicina da Reprodução, Rua Abilio soares 1125 São Paulo, São Paulo, Brazil, 04005-004.

Objective: To assess the effectiveness of Transcutaneous Electrical Nerve Stimulation (TENS) to relieve pain during office diagnostic histeroscopy and endometrial biopsy.

Design: Randomized, controlled trial.

Materials and Methods: Between August 2012 and February 2013, 40 women that would be submitted to office diagnostic hysteroscopy and endometrial biopsy were randomized in two groups. In group I, they were submitted to application of TENS with Tanyx® in infra-umbilical area during the procedure. In group 2, women were forwarded straight to hysteroscopy. All procedures were performed using a semi-rigid 3.5mm minihysteroscope with a 30 degrees grade optic, followed to endometrial biopsy with Novak curette. Women were asked to rate their degree of pain during the two phases (hysteroscopy and biopsy) according to a VAS (visual analogic scale) ranging from 0 to 10, where 0 was “no pain” and 10 was “unbearable pain”. The variables were compared using t Student test.

Results: In group which received TENS, women related significantly lower level of pain than patients which did not both during diagnostic hysteroscopy (5.80 ± 2.19 vs. 2.30 ± 1.34, p=0.0001) and endometrial biopsy (4.70 ± 1.53 vs. 7.95 ± 1.93, p<0001).

Conclusions: TENS can relieve pain during office diagnostic hysteroscopy and may be an useful tool to reduce the burden of these procedures. Nevertheless, larges trials which neutralize the placebo effect are necessary to confirm its real efficacy.

Tradução: Português

ESTIMULAÇÃO NERVOSA ELÉTRICA TRANSCUTÂNEA (TENS) DIMINUI A DOR DURANTE HISTEROSCOPIA DIAGNÓSTICA E BIÓPSIA DE ENDOMÉTRIO, MELHORANDO A TOLERÂNCIA DAS MULHERES SUBMETIDAS AO PROCEDIMENTO

Arnaldo S Cambiaghi, MD¹, Rogerio B F Leao, MD¹, Amanda V Alvarez, MD¹ and Patricia F Nascimento¹.

OBJETIVO: Avaliar a eficácia da Estimulação Nervosa Elétrica Transcutânea (TENS) no alívio da dor durante histeroscopia diagnóstica e biópsia de endométrio.

DESENHO: Este foi um estudo prospectivo, controlado randomizado.

MATERIAL E MÉTODOS: Entre Agosto de 2012 e Fevereiro de 2013, foram selecionadas 40 pacientes que seriam submetidas à histeroscopia diagnóstica. Os critérios de exclusão foram ser portadoras de marca-passo cardíaco ou próteses metálicas. A randomização foi feita por programa de computador, alocando as pacientes em dois grupos. No grupo 1, elas foram submetidas à aplicação de TENS na região infra-umbilical durante todo o procedimento. No grupo 2, as mulheres foram submetidas ao procedimento usual. O procedimento consistiu em uma histeroscopia diagnóstica com gás e óptica de 5 mm, seguida de uma biópsia endometrial com cureta número 0. Depois do procedimento, pacientes classificaram a dor durante a histeroscopia e durante a biópsia de acordo com uma escala visual analógica de dor, de 0 a 10, onde 0 era “ausência de dor” e 10, “dor insuportável”. As variáveis foram comparadas através do teste t de Student.

RESULTADOS: Com o uso de TENS, pacientes relataram dor significativamente inferior às pacientes sem a estimulação, durante a histeroscopia (2,30 ± 1,34 vs 5,80 ± 2,19, p<0,0001) e durante a biópsia de endométrio (4,70 ± 1,53 vs 7,84 ± 1,92, p<0,0001).

CONCLUSÕES: A utilização de TENS em região infra-umbilical é um método eficaz de controle da dor durante histeroscopia diagnóstica e biópsia de endométrio, tornando o procedimento mais tolerável para as mulheres. Entretanto, estudos que excluam o efeito placebo são necessários para confirmar a efetividade desta terapia.

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