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Aspectos psicológicos da Infertilidade (Grupo IPGO)

O projeto de vida da maioria dos homens e mulheres gira em torno do sonho de ter filhos. A experiência da maternidade e paternidade carrega em seu cerne o instinto de perpetuação da espécie, sela a ideia de casal e define um novo lugar na inscrição familiar. Porém, o impacto emocional desse projeto no psiquismo humano é muito mais amplo e complexo. Esse desejo percorre caminhos diferentes durante o desenvolvimento emocional de homens e mulheres, tornando-se mais central no psiquismo feminino e definindo-se como um dos desejos mais intensos na vida da mulher.

E quando o filho não vem? O que de fato acontece nessa espinha dorsal do desenvolvimento psíquico humano? O desgaste físico e emocional por que passam casais submetidos às técnicas de reprodução assistida já é consenso nas pesquisas psicológicas desta área. Ao receber o diagnóstico da infertilidade, assim como a exclusão das possibilidades naturais para conceber um filho, os casais vivem um período de crise vital, reativando antigas angústias, conflitos e promovendo desestabilidade na sua estrutura psíquica.

Os casais que buscam as clínicas de tratamento encontram-se, em sua maioria, em estado emocional frágil, ansioso e desgastado pelo processo de busca por ajuda que já pode ter sido longo e difícil até então.
O paciente demasiadamente angustiado não só tem enorme dificuldade em compreender as informações médicas, como quase sempre distorce ou simplesmente “esquece” alguns dados. Essas falhas na comunicação médico-paciente dificultam o vínculo e podem provocar mágoas e ressentimentos, levando os casais a um sofrimento maior e, às vezes, a trocas frequentes de clínicas especializadas.

É fundamental que o profissional de enfermagem tenha conhecimento sobre essas demandas emocionais que se manifestam desde a primeira consulta e que inevitavelmente são projetadas na figura do médico e da instituição. Reconhecê-las, atentar-se aos detalhes dessa conversa e orientá-los com relação ao emocional só tem a oferecer ganhos extremamente positivos para os pacientes e para o sucesso do tratamento.

Há evidências de que o bom vínculo entre médico e paciente podem influenciar positivamente o tratamento e a confiança que o casal deposita na equipe. A sinceridade do médico, mesmo quando portador de más notícias, e a parte mais humana da equipe de saúde também reforçam positivamente o vínculo, proporcionando alívio das ansiedades e manifestando confiança e esperança em realizar o sonho da gravidez.

Dessa forma, durante o processo de reprodução assistida, a busca por equilíbrio entre os aspectos técnicos do tratamento e o entendimento da situação emocional das pacientes deveria pautar a atitude da equipe multidisciplinar.

Em um importante estudo americano, mulheres com mais de quatro anos de tratamento da infertilidade e que recebiam atendimento psicológico foram comparadas com um grupo controle, de mulheres também inférteis que já estavam em tratamento da mesma forma, mas que não tinham acompanhamento psicológico oferecido pela instituição. Após 18 meses de acompanhamento, observou-se que as mulheres que receberam suporte psicoterápico conseguiram realizar o desejo de ser mãe em um número significativamente maior que as do grupo controle. A porcentagem de gestações ao final do tratamento foi de 54% para as que receberam a terapia em comparação com 20% das demais.

Algumas outras pesquisas ainda apontam que algo do desejo do médico ou do grupo de enfermagem que dá apoio ao paciente tem, sim, o poder de influenciar o psiquismo dos futuros pais e favorecer os resultados do tratamento.

A postura do médico deveria, portanto, compreender tanto o acolhimento dos conteúdos emocionais do casal quanto o rigor técnico e processual do tratamento, desde o primeiro contato até o desfecho da condução do caso, independentemente do resultado final. É importante manter um clima de abertura, no qual aspectos técnicos e humanos do tratamento sejam tratados com transparência e empatia, durante todo o processo.

O impacto emocional do diagnóstico

Gestar e procriar têm um efeito positivo e intenso no narcisismo, na autoestima, no fortalecimento de relações familiares e na expansão do vínculo conjugal. Porém, quando a decisão de ter filhos chega e esta não é acompanhada pela performance física que se espera, o efeito negativo desse insucesso instaura-se com a mesma intensidade. Cria-se uma crise vital e as reações emocionais são intensas e impactantes na saúde física e psíquica.

Como a infertilidade provoca uma profunda sensação de perda (ausência do filho idealizado vindo por meios naturais) e de impotência, todos os pacientes passam por um ciclo de adaptação emocional a essa nova realidade. E são essas fases emocionais que serão descritas a seguir de forma didática. Vale lembrar que a mente é dinâmica, as emoções instáveis e, portanto, as regressões na sequência das fases emocionais ocorrem mesmo quando um paciente já esteja evoluindo em sua adaptação

1. Choque

Essa fase é marcada pela dificuldade de compreensão do problema, negando, diminuindo ou duvidando das informações recebidas. O estado emocional provoca uma paralisação e é muito comum a mulher “dar um tempo” para ver se alguma coisa acontece naturalmente.

Ainda sob o impacto emocional das informações recebidas, as pacientes tendem a olhar os médicos e os tratamentos em reprodução assistida como antídotos mágicos contra esse “mal” que recai sobre suas vidas e interrompe seus planos. É importante que o médico tenha uma escuta cuidadosa nesse momento, porque a idealização do sucesso do tratamento pode dificultar o manejo do vínculo com as pacientes quando os resultados não forem satisfatórios. A raiva, a revolta e a frustração facilmente podem ser projetadas no médico ou na equipe de saúde que assessora o tratamento reprodutivo.

O impacto emocional e a fragilidade que essa realidade impõe desencadeiam quase que inevitavelmente um movimento psíquico de dependência do casal para com o médico. Muitos criam uma ilusão de que este profissional, assim como um messias, irá ter a solução para todos os problemas.

O sentimento de insegurança com que os casais chegam às instituições provoca tais projeções e sua escuta fica comprometida. É nessa fase que ocorrem mais distorções com relação à informação recebida e, portanto, e é muito importante que o ginecologista mantenha-se atento à defesa emocional de negação característica dessa fase, pois dados já demonstraram a sua correlação direta com quadros depressivos posteriores.

2. Raiva e revolta

Os casais experimentam, quase que inevitavelmente, sentimentos profundos de inferioridade, vergonha e culpa. A sensação de inadequação e o desespero abrem espaço para o medo e a raiva. As mulheres inférteis apresentam quase 25% a mais de sintomas depressivos quando comparadas com um grupo sem tal dificuldade.

Em um estudo realizado com casais após o insucesso do tratamento reprodutivo, observou-se um aumento de 50% nas alterações psicológicas que repercutiam no seu dia a dia e no seu bem-estar. As reações mais comuns foram: a sensação de serem incompletos sem o filho; a projeção da culpa em um dos parceiros, tornando a conversa sobre o tema um conflito ainda maior; a diminuição ou ausência do prazer sexual e o afastamento do convívio social.

A ferida narcísica que a infertilidade provoca pode facilmente se transformar em um luto silencioso e os momentos de angústia e desespero geram mudanças na forma do casal se relacionar entre si e com o mundo. Esse desequilíbrio emocional aumenta a incidência de transtornos psicossomáticos e a negação ou dificuldade para lidar com os tratamentos médicos.

A procura pelo culpado é muito comum nesse momento. Existe a necessidade emocional de imprimir a responsabilidade no cônjuge, no médico, ou até mesmo a visão de que a infertilidade esteja vindo como um castigo por algum comportamento do passado. Quando o sentimento de raiva e revolta é direcionado a um dos cônjuges, atribuindo a este a culpa pelo problema, uma crise ainda maior se instala no casamento.

Sentimentos de hostilidade também podem ser dirigidos à equipe de saúde que assessora o casal no tratamento reprodutivo. Essas reações demonstram a dor e o sofrimento da passagem da fase de ilusão (de que uma solução simples e mágica iria acontecer) para a fase da desilusão. O profissional da equipe de saúde precisa estar atento ao “clima” tenso e, às vezes, desconfiado do tom que a paciente imprime na consulta. Muitas vezes as pacientes sabatinam o médico com um check-list de dúvidas e perguntas e, geralmente, o profissional percebe um tom mais hostil na fala e no clima da consulta, o que pode ser facilmente dissolvido com uma postura firme, mas ao mesmo tempo acolhedora

3. Desorganização e sentimentos depressivos

Os sentimentos mais comuns nesta fase são a falta de esperança, a sensação de impotência e o isolamento. Características depressivas começam a aparecer também nesse período.

Muitas vezes o sofrimento psíquico em lidar com a infertilidade é manifestado pelo caminho dos sintomas físicos das somatizações. As pacientes relatam com muito mais facilidade os efeitos que as medicações utilizadas nos tratamentos causam em seus corpos, porém se esquecem de cuidar dos efeitos psíquicos do diagnóstico e das tentativas realizadas na Reprodução Assistida, o que significa lidar com o ciclo “esperança-fracasso”.

A infertilidade do ponto de vista emocional é vivida como uma perda e toda perda pressupõe um luto. Esta perda pode ser vivida em diferentes momentos: quando se descobre que a gravidez muito provavelmente não acontecerá sem tratamento; quando há insucessos nos tratamentos; e quando a gravidez é seguida pelo aborto.
Os sentimentos depressivos, típicos deste momento, indicam o fim da fase de raiva e revolta e o início de uma nova fase, na qual há a possibilidade de suportar as frustrações sem ressentimentos e com menos hostilidade, e, assim, as projeções da raiva no mundo externo diminuem.

Apesar de necessário ao processo de elaboração emocional, é extremamente importante que o médico esteja atento para a intensidade e a permanência da paciente neste quadro. Caso os sintomas depressivos se intensifiquem, um quadro mais severo de depressão pode se configurar. A indicação fármica e psicoterápica é benéfica e se faz necessária.

4. Reorganização

Nessa fase, a aceitação real do problema e a reorganização da vida pessoal de forma a aliviar a ansiedade e conseguir um manejo consciente e seguro sobre os passos a serem seguidos para alcançar o filho desejado começa a ser possível. Apesar das respostas emocionais serem diferentes entre homens e mulheres, o apoio entre os cônjuges é fundamental para o bem-estar e o equilíbrio mental de ambos. Quando o casal não consegue oferecer o apoio mútuo, isto é, quando o impacto da infertilidade recai negativamente sobre o vínculo conjugal, observa-se sobrecarga no psiquismo feminino, e consequentemente os riscos de uma nova crise emocional aumentam. Dados da literatura já comprovaram que as mulheres inférteis apresentam tendência maior a sintomas psiquiátricos dos que os homens. Elas também buscam o alívio para essas angústias, muitas vezes, em sites de internet nada confiáveis ou com amigos e parentes que não lidam com o tema com a delicadeza e compreensão necessárias.

É fundamental que o médico atente para a qualidade do vínculo conjugal de seus pacientes e para o seu efeito positivo ou negativo no alívio das ansiedades e nas tomadas de decisão.

Dada a importância do vínculo médico-paciente e do impacto positivo que a escuta e o acolhimento médico podem oferecer, é vital que a equipe de enfermagem esteja capacitada para lidar com conteúdos emocionais que inevitavelmente irão aparecer em sua prática clínica. A escuta acolhedora, o respeito pelo tempo de
espera da paciente em aceitar a indicação de um profissional da área de saúde mental indicam o cuidado e a atenção necessária quando o sofrimento torna-se difícil de tolerar.

Um casal troca de médico ou de clínica especializada quase sempre por quebra de confiança e segurança na relação médico-paciente, e não necessariamente pelo número de tentativas e falhas que já enfrentaram juntos. Por isso, é necessário investir no vínculo que se estabelece desde o primeiro contato médico, lembrando que a qualidade positiva do relacionamento médico-paciente tem um impacto altamente positivo na esperança e no alívio das ansiedades tão intensas dessa fase da vida.

O psicólogo especialista em reprodução assistida

1. O alívio das ansiedades e angústias

O trabalho multidisciplinar é de fundamental importância em diversas áreas da medicina, uma vez que as interfaces mente-corpo já são conhecidas. Mesmo que o paciente não procure um tratamento psicológico de imediato, a indicação de um trabalho profissional que possa servir de apoio e auxílio às dificuldades para engravidar sempre é vista de forma acolhedora pelo paciente.

A resistência em procurar um psicólogo ainda é muito grande. Colocar o sofrimento em palavras e reviver sentimentos dolorosos é visto como penoso em um primeiro momento. É comum subestimar o impacto emocional ao longo do tratamento, principalmente quando há causas orgânicas absolutamente esclarecidas. Muitas pacientes ficam meses, às vezes anos, com o número de telefone do psicólogo guardado em algum lugar até tomarem coragem para ligar.

A forma como os profissionais da equipe de saúde encaminham os pacientes ao psicólogo pode facilitar ou dificultar essa procura. Sentir que estão sendo encaminhados por serem “problemáticos” ou estarem “dando trabalho” aumenta o estigma e o preconceito em relação às dificuldades mentais e a resistência por busca de apoio psicológico especializado. Os pacientes sentem-se, mais uma vez, “incompetentes” até para lidarem com suas emoções, e, consequentemente, essa procura é dificultada. Porém, se o médico encaminha o paciente ao psicólogo de forma acolhedora, acreditando de fato que esse tratamento emocional terá eficácia em aliviar as angústias e ansiedades, aumentando o bem-estar e a qualidade de vida das pacientes, o caminho para a aceitação e procura de apoio psicológico especializado fica extremamente facilitado.

O psicólogo tem como função oferecer uma terapia de apoio, às vezes de forma breve e focal, mas também é comum que esse vínculo entre profissional e paciente se estreite e que as demandas aumentem. A configuração do tratamento, portanto, pode se estender e aprofundar para outros temas e conflitos da vida dessa mulher e não somente os vinculados à questão reprodutiva.

O tratamento pode se configurar de forma individual, mais facilmente adotado por mulheres, , ou com o casal. O diagnóstico e os diversos tratamentos para a infertilidade provocam desestruturação no vínculo conjugal, e, portanto, a indicação de tratamento com os cônjuges é fundamental, principalmente quando se observa comprometimento pessoal em um dos parceiros. A perda da intimidade conjugal, assim como a diminuição do desejo sexual são queixas frequentes. Quando ocorre a projeção (explícita ou velada) da culpa e da responsabilidade pelo problema em um dos parceiros, constatamos uma qualidade hostil no relacionamento, dificultando a comunicação e criando uma situação bastante conflituosa para a sustentação do vínculo amoroso. Esses mal-entendidos entre os cônjuges geram dúvidas com relação ao futuro do relacionamento e, consequentemente, aumentam o stress e as ansiedades, podendo, nesse sentido, comprometer o sucesso do tratamento de reprodução assistida.

O impacto emocional do tratamento de reprodução é consideravelmente atenuado quando um dos cônjuges é capaz de tolerar as angústias mais intensas do seu parceiro. Nestes casos, eles conseguem se ajudar e se apoiar mutuamente, fortalecendo o vínculo afetivo e demonstrando maior segurança quanto à sua capacidade de passar pelas situações de crise e de tomar decisões. Conseguem, desta forma, e com a ajuda terapêutica, manter o sentimento de pertinência e continência.

2. O auxílio na tomada de decisões

Por trás do desejo “quero ter filhos”, muitas outras demandas e anseios podem se esconder. O sonho de ter filhos, que muito interessa nessas conversas, tem significados diferentes para homens e mulheres e pode emergir em diferentes momentos da trajetória de vida, mesmo em se tratando de um casal unido há muitos anos.

O terapeuta auxilia os casais a reconhecer o melhor momento para iniciar ou retomar um tratamento, baseando-se na avaliação do contexto emocional em que se encontram. Quando os cônjuges apresentam opiniões e desejos diferentes com relação a tentar novamente a gravidez, adotar ou decididamente viver sem filhos, o auxílio do psicólogo torna-se fundamental. A consulta psicológica proporciona um espaço livre de julgamentos, para que as fantasias, medos e dúvidas divergentes possam ser pensados e discutidos, evitando-se, dessa forma, mal-entendidos e ressentimentos.

O casal precisa tomar outra decisão difícil quanto ao uso de material genético doado, dilema ainda mais complexo no manejo das questões emocionais. A entrada desse terceiro elemento, a doadora dos óvulos ou o doador do esperma, suscita inúmeras fantasias nos homens e mulheres que passam por este processo. É necessário observar que um novo luto se instala: abrir mão do filho biológico desejado, sonho que carrega enorme carga afetiva e que requer desligamento. A realização narcísica de transmitir a herança genética para futuras gerações, a imortalidade do Eu, está presente nas vivências inconscientes da concepção. Existe o risco de o casal “adoecer” novamente em termos psíquicos.

A adaptação e, aos poucos, a construção de uma visão mais otimista sobre a nova proposta de gestar e criar um filho pauta-se na valorização das heranças culturais e afetivas e na diminuição da herança genética. Cada casal necessita do seu tempo próprio para elaborar esses sentimentos e qualquer decisão precipitada trará repercussões emocionais desastrosas no vínculo futuro mãe-bebê e na estrutura familiar.

Considerações finais

A terapia psicológica aplicada à área de reprodução assistida tem embasamento e técnicas apropriadas para trabalhar as ansiedades, angústias e conflitos relacionados ao tema.

Nas sessões da terapia, é possível aprofundar os conteúdos mais íntimos da história de vida da mulher – ou do casal – e oferecer um espaço acolhedor e ao mesmo tempo facilitador para que novas estratégias mentais sejam elaboradas para a superação do luto e a solução do problema. Somente esse ambiente acolhedor poderá tocar em conflitos inconscientes mais profundos. Esta é a vantagem da parceria do profissional de saúde mental com a equipe médica: dividir os cuidados para somar as possibilidades de sucesso!

As pacientes não podem deixar que os aspectos psicológicos implícitos na infertilidade tomem conta de suas vidas e tirem a energia e a esperança não só de continuar tentando a gravidez, mas também de viver a vida em toda a sua plenitude. É preciso lembrar que não há apenas sofrimento e dor nos obstáculos que a vida impõe, mas há também a possibilidade de encontrar força, saúde e resistência para enfrentar com coragem os novos desafios. Quanto maior o bem-estar, quanto maior a compreensão dos conflitos emocionais íntimos e profundos que a infertilidade provoca, menor a angústia e a ansiedade e maiores são as chances do corpo encontrar um caminho “livre” para a realização do desejo.

Palavra da enfermagem do IPGO

O profissional de enfermagem deverá, aliado ao conhecimento técnico-científico, compor qualidades e habilidades que o capacitem a administrar conflitos e equilibrar emocionalmente os casais inférteis. Ele deve estar atento para solicitar auxilio ao psicólogo, pois o trabalho multidisciplinar é de fundamental importância. Ele deve lidar com situações adversas, como conflitos de raiva, inconformismo, agressividade, medo e insegurança. O preparo teórico da equipe propicia melhor percepção das angústias frequentemente apresentadas pelas pacientes e maior segurança para pontuar e melhor conduzir os seus processos e decisões.

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