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ADENOMIOSE E INFERTILIDADE

A adenomiose tem um impacto negativo na a fertilidade da mulher e pode prejudicar até mesmo os resultados dos tratamentos de reprodução assistida. A
infertilidade está associada à adenomiose em até 14% dos casos, apesar de não existirem ainda estudos em larga escala. São vários os mecanismos que interferem negativamente na saúde reprodutiva da mulher, que vão desde alterações ao nível molecular a alterações do próprio útero.

Alguns autores acreditam que a destruição da arquitetura da ZJ do miométrio pode condicionar uma alteração no transporte de espermatozoides através do útero, por uma desestruturação da musculatura uterina. Outros descrevem alterações na vascularização do endométrio e consequente falha na implantação. E, ainda, outros estudos relatam diferentes perturbações como anomalias moleculares, falha na
expressão endometrial de proteínas de adesão, alterações genéticas e concentrações excessivas de radicais livres na cavidade uterina. As técnicas de reprodução assistida
constituem uma excelente forma de corrigir o impacto da adenomiose na fertilidade e, nestes casos, é altamente recomendável a utilização dos agonistas da GnRh (Lupron, Gonapeptyl, Zoladex e outros) para que se obtenham os melhores resultados .

IMPORTANTE

A infertilidade é frequentemente observada em pacientes com adenomiose. Evidências clínicas sugerem uma correlação positiva entre adenomiose e infertilidade. Com base em relatórios publicados, a adenomiose afeta o transporte do óvulo pelas
tubas até o útero além da receptividade do endométrio, o que causaria a infertilidade.

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