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Cólicas fortes e dor durante a relação sexual podem ser sintomas de endometriose

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“Doença que atinge de 10% a 15% das mulheres de todo o mundo e que pode dificultar a gestação.”

Fevereiro/2008 – O útero é coberto internamente por um tecido chamado endométrio que cresce a cada mês sendo eliminado durante a menstruação. A formação de cistos e nódulos desta camada, fora do local correto, recebe o nome de endometriose. Estes focos aparecem com maior freqüência nos ovários, no peritônio (tecido que reveste a cavidade do abdome e da pelve), nos ligamentos que sustentam o útero e em outras áreas do abdome.

A síndrome pode ser classificada como leve, mínima, moderada e severa, conforme a extensão e o tamanho das lesões. Segundo o médico especialista em reprodução humana Arnaldo Schizzi Cambiaghi, esta doença pode afetar mulheres na idade fértil. “A dor nem sempre esta relacionada à intensidade do problema, porém é um dos principais sintomas. Dores fortes na época da menstruação, no útero, na bexiga e/ou no intestino são sinais que devem ser investigados, além das dores durante o ato sexual”, explica o doutor.
Muitas mulheres têm endometriose e não sentem nada. Apenas descobrem quando começam a investigar as causas da esterilidade. “Estima-se que de 10% a 15% das pacientes sofram deste mal, um dado que pode ser ainda maior já que a melhor forma de identificá-lo é através da videolaparoscopia – introdução de mini-câmera por um corte próximo ao umbigo, que permite achar os implantes e retirar amostras para análise”, esclarece Cambiaghi.

O tratamento indicado para os casos moderados e severos é a cirurgia. Nas formas brandas pode-se ministrar analgésicos, antiinflamatórios e anticoncepcionais. “Perto de 40% das portadoras desta síndrome ficam inférteis principalmente por obstrução das trompas e comprometimento dos ovários. Por isso a importância da terapêutica, o que não significa que nunca poderão engravidar, pois uma grande parte realiza este sonho após a intervenção”, diz o especialista.

A endometriose tem cura?

“Esta é uma pergunta que as pacientes fazem com freqüência, e talvez o maior motivo desta dúvida seja o número grande de mulheres que realizam tratamentos e cirurgias repetidas para este problema. É impossível afirmar que uma intervenção cirúrgica será definitiva para acabar com a doença, mas o que temos observado é que muitas pacientes fazem tratamentos cirúrgicos insuficientes para extingui-la definitivamente. Talvez, muitas das intervenções sejam incompletas devido ao alto grau de complexidade e riscos de complicações. Por isso, alguns cirurgiões preocupados com estes riscos limitam o grau de invasão do procedimento e acabam não retirando a totalidade da doença dos órgãos afetados. As cirurgias mais modernas envolvem detalhes de conhecimento anatômico importantes e têm conseguido um alto índice de cura definitiva e a restauração da fertilidade”, finaliza Cambiaghi.
Para agendar entrevistas, solicitar fotos ou tirar dúvidas entre em contato com Carmen Guaresemin no cel.:
11 99245-6501 ou pelo e-mail: [email protected]

Sobre o Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi

Apesar de dedicar a maior parte de seu tempo no conhecimento e tratamento da infertilidade, seu currículo demonstra a preocupação de acompanhar as mulheres em outras áreas da ginecologia e obstetrícia. Autor de livros médicos direcionados ás mulheres e aos médicos, na área de Reprodução Humana vem aprimorando técnicas de Reprodução Humana que envolvem novos exames para o diagnóstico e tratamento da infertilidade como Inseminação Artificial, Fertilização In Vitro e ICSI entre outros. Arnaldo Cambiaghi é ginecologista obstetra especialista em Reprodução Humana e Cirurgia Endoscópica, Diretor clínico do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia, Obstetrícia e Medicina Reprodutiva); Formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Santa Casa de São Paulo; Residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Titulo de Especialista pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (n.º 96/97); Especialização em Videolaparoscopia, Histeroscopia e Laser na Catholic University of Leuven – Bélgica; Especialização (Avançada) em Videolaparoscopia a Laser no Institute for Reproductive Medicine – Annandale, Vírginia – USA; Pós Graduate Course – Advance Laparoscopic Surgery including Laser Endoscopy – AAGL – Chicago, Illinois, USA; Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões – Ginecologia; Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparoscópica; Pos Graduate Course – Laparoscopic Hysterectomy, incluindo Retroperitoneal Dissetion: Lymphnode dissection, the ureter, Retropubic Urethropexy & Appendectomy – AAGL – Chicago, Illinois, USA; Post Graduate Course – “Surgical Approaches to Endometriosis” – AAGL 23rd Meeting, New York – New York USA; Membro da European Society of Humam Reproduction and Embriology; Membro da The American Association of Gynecologic Laparoscopists; Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana; Membro Efetivo da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida; Laboratory Training Program and Seminar in the are of auto Suture Surgical Staplers in General Surgery – USC – Norwalk Connecticut – USA. Entre os prêmios recebidos estão o Prêmio Internacional – Troféu Best Video PRODUCTION – “The Cambiaghi Fastener for Extracorporeal Suturing”- Secound International Gynecologic Endoscopic Film Festival & Instrumentation; Exhibition San Diego, California – USA e o Prêmio “Parceiros de Visão” – “Troféu Coruja” – Símbolo da Sabedoria Homenagem ao Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi pela iniciativa do livro de sua autoria transcrito em Braille. Grávida Feliz, Obstetra Feliz. Fundação Dorina Nowill para Cegos.

Informações à imprensa
In The Press Comunicação Especializada e Assessoria de Imprensa
Cármen Guaresemin – Cel.: (11) 99245-6501
e-mail: [email protected]

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