RESTAURAÇÃO DA FERTILIDADE – CIRURGIAS

As cirurgias radicais para a cura da endometriose podem ser eficazes sem a retirada do útero ou ovários. Feito por videolaparoscopia, é extremamente complexo e exige médicos qualificados e experientes neste tipo de intervenção. Deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar que tenha pelo menos um ginecologista e um cirurgião geral especializados em cirurgia pélvica e com conhecimento da abrangência e envolvimento da doença com os outros órgãos. O planejamento da cirurgia deve ser feito com antecedência para que a paciente saiba das possíveis implicações, como por exemplo, a possibilidade de ressecção de uma parte do intestino (assista o vídeo retosigmoidectomia), caso haja um comprometimento de várias camadas deste órgão, além de eventuais complicações. Tanto a paciente, como a equipe devem estar prontos para estas possibilidades. O preparo intestinal pré-operatório é obrigatório para que a intervenção possa ser feita com tranquilidade (8).

Endometriose Profunda SEM OMPROMETIMENTO INTESTINAL – Tratamento Cirúrgico

Este filme foi editado para alguns minutos e refere-se às principais etapas de uma intervenção cirúrgica realizada pela equipe IPGO com duração original de 2 horas e meia. Esta paciente com infertilidade e repetidas falhas nos tratamentos de fertilização. Não tinha dores pélvicas importantes e o diagnóstico de Endometriose Profunda que acometia regiões como ureter e atrás do útero (retro uterino) foi realizado na rotina da pesquisa da infertilidade.

Não é considerado um caso de extrema dificuldade, mas exige experiência, um conhecimento e uma habilidade específica do cirurgião em medicina reprodutiva.

Endometriose Profunda COM COMPROMETIMENTO INTESTINAL – Tratamento Cirúrgico

Este filme foi editado para alguns minutos e refere-se às principais etapas de uma intervenção cirúrgica realizada pela equipe IPGO com duração original de 6 horas. Esta paciente com infertilidade e dores pélvicas importantes tinha diagnóstico de Endometriose Profunda Infiltrativa, que acometia vários órgãos: ovário, bexiga, intestino (reto, sigmoide, cólon ascendente e íleo), e por isso foi necessário a retirada de parte do intestino e da bexiga.

É considerado um caso difícil pela extensão da doença comprometendo vários órgãos. A paciente encontra-se hoje totalmente curada desta patologia.

O IPGO E A CIRURGIA ROBÓTICA: VANTAGENS E SEGURANÇA

A cirurgia robótica pode ser considerada uma evolução da cirurgia laparoscópica (cirurgia minimamente invasiva), pela magnificação de imagem em 3D. Esta magnificação da imagem aumenta a destreza e precisão do cirurgião pela melhor exposição dos órgãos doentes e suas estruturas adjacentes, vasos sanguíneos e nervos, o que é extremamente importantes, quando se trabalha com estruturas delicadas. Os instrumentos (chamados endowrist) possuem maior versatilidade que os da videolaparoscopia comum e permitirem ao cirurgião que os movimentem dentro do abdômen, em vários ângulos, facilitando o acesso cirúrgico a regiões que, em outras condições, não seria possível. Com essa maior precisão, menos tecido ovariano sadio é lesado na exérese do endometrioma, por exemplo. Como resultado, manobras delicadas e movimentos mais precisos dos braços do robô, podem ser realizadas para proteger estruturas vitais durante a remoção ou o reparo dos órgãos doentes.

O IPGO em parceria com a equipe de cirurgiões que realiza a intervenção intestinal (retosigmoidectomia) e outros órgãos comprometidos pela endometriose, fora do sistema reprodutor feminino, realiza a intervenção cirúrgica da endometriose profunda com esta tecnologia e considera um avanço importante nesta doença, principalmente nas cirurgias que duram várias horas. Com tudo isso, hoje é possível tratar a doença de forma satisfatória interferindo o mínimo possível e preservando ao máximo o órgão e, principalmente, a reserva ovariana.

Este filme também foi editado para alguns minutos e refere-se às principais etapas de uma intervenção cirúrgica realizada pela equipe IPGO com duração original de 5 horas. Esta paciente tinha um quadro clínico semelhante ao vídeo 2, com infertilidade e dores pélvicas importantes e o mesmo diagnóstico de Endometriose Profunda Infiltrativa, que acometia vários órgãos.

É considerado um caso difícil pela extensão da doença comprometendo vários órgãos. A paciente encontra-se hoje totalmente curada desta patologia.

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