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O IPGO aplica vacina contra HPV

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Gardasil é a primeira vacina eficaz na proteção do câncer de colo uterino e das verrugas associadas ao HPV

A equipe IPGO, preocupada com o bem-estar das mulheres e a preservação da fertilidade das pessoas, está disponibilizando esta vacina de quatro tipos de HPV: 16, 18, 6 e 11. Os dois primeiros estão relacionados ao desenvolvimento do câncer de colo do útero que é a maior preocupação dos médicos, pois foram encontrados em até 94% dos casos. O câncer do colo de útero é a terceira doença que mais mata mulheres no Brasil. A vacina foi desenvolvida principalmente para adolescentes entre 9 e 26 anos que ainda não iniciaram a vida sexual, entretanto em alguns casos pode ser indicada a aplicação mesmo fora destes padrões. Até o momento a indicação é para pacientes que ainda não foram infectados. A imunização é feita em três doses, em um espaço de seis meses.

Os efeitos colaterais são mínimos: dor e discreta sensibilidade no local da injeção. A vacina não desobriga a rotina do Papanicolaou anual.
O HPV é fácil de pegar e difícil de tratar. A transmissão acontece geralmente por meio da relação sexual com o simples contato com a região infectada ou através de microcortes – comuns em qualquer relação sexual. Não precisa de penetração, o que torna a camisinha inútil para evitar o contágio caso não seja utilizada desde o início do contato sexual. O HPV não se instala apenas internamente. Ele pode estar na virilha, nas coxas, ao redor da região genital. Outra forma de se adquirir, apesar de ser bem rara, é no contato com toalhas, sabonetes e outros objetos de uso pessoal.

O contato com o vírus não significa obrigatoriamente que a doença será adquirida ou transmitida. Se a pessoa tiver com sistema imunológico íntegro e for saudável ou vacinada tem grande chance de não desenvolver a doença.
O HPV, cujo nome científico é Papiloma Vírus Humano, lidera o ranking das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). O vírus pode ser considerado um inimigo sorrateiro, pois age silenciosamente, dificultando seu diagnóstico. Estima-se que 15% das mulheres brasileiras entre 18 e 60 anos estejam infectadas por ele. A incidência sobe para quase 40% quando se trata da faixa de 16 a 24 anos. Até então, o uso de preservativo desde o início do ato sexual era a única forma de prevenção da doença, que agora passa a ser combatida por meio da vacinação.

Fertilidade

O número de pacientes com problemas de fertilidade causados pelas DSTs está cada vez maior no mundo inteiro. O HPV não tem ação direta sobre a dificuldade em ter filhos, mas como outras DSTs, os tratamentos necessários para cura podem causar efeitos indesejados que levam à infertilidade. Em alguns casos, ele causa alterações que obrigam a retirada de um pedaço do colo do útero (conização) como forma de tratamento, o que muitas vezes leva a infertilidade.

E os homens?

Não existe ainda um estudo que formalize esta indicação, mas pode ser uma alternativa que, embora não tenha confirmação científica, seja preventiva para a doença no homem (câncer de pênis).

É importante que as mulheres estejam sempre atentas: percebeu um corrimento diferente, um ardor, ou qualquer sintoma diferente, procure um médico.

Informativo do Laboratório Merck Sharp & Dohme
Os estudos de fase II e III mostram que a vacina quadrivalente possui:

  • 100% de eficácia na prevenção de cânceres cervicais, pré-cânceres vulvares e vaginais relacionados com HPV 16 e 18 em mulheres que não haviam sido expostas a esses tipos de HPV.
  • 95% de eficácia na prevenção de displasias cervicais de baixo grau (lesões de baixo grau) e pré-canceres causados por HPV tipos 6, 11, 16 e 18;
  • 99% de eficácia nos casos de verrugas genitais causadas por HPV tipos 6 ou 11.

Proteção também para quem já teve HPV

Os estudos de desenvolvimento da vacina contemplam a prática clínica da profilaxia feita com uma vacinação universal, independentemente do status de infecção pelo HPV ao ingressar no estudo.
Sendo uma vacina quadrivalente, demonstrou proteção para o desenvolvimento de doenças causadas por outros tipos de HPV presentes na vacina, mesmo quando a paciente já tinha infecção por um dos tipos de HPV que faziam parte da vacina.

Na análise modificada de intenção de tratamento que inclui uma parcela de 27% de mulheres que eram positivas para um dos tipos de HPV da vacina na inclusão do estudo, dentre 8.625 mulheres que receberam a vacina (contra 8.673 que receberam placebo) 94% (IC 88%, 97%) das mulheres foram protegidas contra NIC e 95% (IC 90%, 98%) contra o desenvolvimento de verrugas genitais relacionadas aos HPV 6, 11, 16 ou 18.

Mais informações sobre a vacina para HPV – GARDASIL, entrem em contato pelo fone – (11) 3057-3003

Informações à imprensa: LaVida Press
  • (11) 3057-1796
  • (11) 3057-1796
  • jornalismo@lavidapress.com.br

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