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Prazer e Sexo Anal: uma dupla dinâmica

Nunca se falou tão abertamente sobre sexo como nos dias de hoje. Encontramos, com certa facilidade, vários instrumentos que nos oferecem uma série de informações sobre o assunto: como revistas, programas de tv, sites e etc. Porém, percebemos que muitos aspectos do exercício da sexualidade ainda são deixados de lado, fato que vem a contribuir para a manutenção de crenças e de preconceitos.

Não podemos nos esquecer – e não faz muito tempo assim – que ensinávamos as nossas crianças que elas tinham sido entregues por cegonhas, ou seja, negávamos aos nossos filhos que tínhamos relações sexuais, mesmo que estas – pelo menos estas – fossem para fins reprodutivos.

Então, imaginemos. Como abordar o assunto do sexo anal? Em primeiro lugar, consideramos que o sexo anal é uma das práticas sexuais que definitivamente não está ligada ao sexo reprodutivo. O que queremos dizer com isto? O único motivo que sustenta esta prática é a busca do prazer.

Acreditamos que seja exatamente neste ponto – o sexo voltado também para a busca do prazer – que repousa a dificuldade em se falar sobre o sexo anal. O que se sabe, é que entre as mulheres que tentaram, muitas não gostaram ou se frustraram, esperando uma coisa e encontrando outra, afirmando que o ato é dolorido e incômodo. O sexo anal é uma prática sexual de extrema intimidade. A mulher tem que se sentir confiante e muito (bem) à vontade com o seu parceiro para que tal prática ocorra. Uma das prerrogativas, além da intimidade, é a mulher querer e estar (realmente) a fim de praticar sexo anal, não para agradar o parceiro, mas para se permitir sentir este prazer. Algumas pessoas acreditam que o ato sexual simplesmente acontece. Não é bem assim. Temos que nos preparar para que ele ocorra, para que seja satisfatório. Em se tratando de sexo anal, a preparação começa pelo autoconhecimento da mulher. Para começar, a mulher quando estiver sozinha pode tentar se estimular na região anal, primeiramente com um dedo, devidamente lubrificado.

A região anal não possui lubrificação própria, além de possuir uma contração muscular muito maior do que a vagina. Por isso se faz necessário este autoconhecimento. Toda vez que algo é introduzido no ânus, a tendência é que ele responda primeiro se contraindo e depois, se relaxando. É exatamente neste segundo momento que a penetração pode ocorrer. Temos que lembrar do uso do preservativo, uma vez que no reto habitam muitos microorganismos. Aqueles que praticam esta modalidade do sexo anal não podem alternar com outras modalidades – sexo vaginal e/ou oral – sem que haja uma completa higienização das áreas envolvidas – pênis, dedo (s), ânus, etc.

Um diálogo prévio entre os praticantes desta modalidade de sexo se faz necessário, devido ao desserviço prestado pela indústria de filmes pornográficos. A maioria destes filmes não é de produção nacional, apresentando a relação sexual dos atores sem o uso de preservativos e adotando comportamentos de risco, como os descritos no parágrafo anterior. Os riscos em se contrair DST´s e AIDS existem em qualquer prática sexual.

Além disso, os filmes pornográficos não mostram seus atores se preparando antes das gravações. Sempre existe uma preparação prévia conforme descrito neste texto, higienizando o ânus, usando lubrificantes e estimulação da região anal com o auxílio de plug anal, vibrador entre outros recursos, para que haja o relaxamento necessário durante a penetração.

Uma dúvida freqüente diz respeito à posição que mais favoreça a prática. Devemos ter cautela para responder a esta dúvida, pois a posição que oferecer mais conforto deverá ser a escolhida. Algumas oferecem uma penetração profunda, outras um controle maior da musculatura e do movimento. Cabe a mulher decidir qual a posição será escolhida. Vale lembrar que no caso da mulher sentir qualquer desconforto e/ou dor, o parceiro deverá respeita-la e imediatamente interromper a prática. Esta prática é extremamente prazerosa na ausência de desconforto e dor.

Para concluir, gostaríamos de salientar que este texto não tem por objetivo esgotar o assunto, mas sim oferecer a você informações seguras sobre a prática do sexo anal, colocando-a como mais uma possibilidade para a obtenção do prazer. Compete a você incorpora-la em seu cotidiano ou não.

 

Dr. Francisco Carlos Anello é ginecologista e terapeuta sexual
Tel: (11) 2296 – 5722
E-mail: cmp152@uol.com.br

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