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TRATAMENTO CIRÚRGICO

A necessidade de correção das malformações uterinas varia caso a caso. O útero septado é a anomalia uterina mais prevalente, com piores resultados reprodutivos e mais facilmente passível de tratamento. O útero arqueado geralmente é inocente, sem benefícios com intervenção cirúrgica. Os úteros bicórneo e didelfo, se associados a maus resultados reprodutivos, são passíveis de correção com a metroplastia de reunificação de Strassman. No útero unicorno, normalmente não se intervém, mas deve-se monitorizar cuidadosamente a gestação. Pode ser necessário remover cornos uterinos rudimentares, pelo risco de complicações graves. Nos casos de agenesia (ausência) ou hipoplasia (desenvolvimento deficiente) do útero, pode-se considerar a maternidade por meio de útero de substituição (“barriga-de-aluguel”) e, em situações extremas, o transplante uterino. A decisão do procedimento deve levar em conta o tipo de malformação, as suas manifestações e os planos reprodutivos. Se não houver interesse em gestação e também não houver repercussão clínica, não há necessidade de cirurgia.

Quando se trata de fertilidade, o objetivo do tratamento das malformações uterinas prende-se à restauração da arquitetura uterina para que a mulher consiga a gestação com desenvolvimento saudável. Por isso, deve-se ponderar sobre a decisão do melhor procedimento.

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