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Saúde Reprodutiva da mulher – Novidades

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Por Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi (IPGO)
Encontro Internacional de Especialistas em Reprodução Humana –Bruxelas-Bélgica
COP – Clinical Observation Program
Universitair Ziekenhuis de Bruxelas (UZB) – Bruxelas, Bélgica
25 e 26 de abril de 2013

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Universidade Ziekenhuis de Bruxelas (UZB) – Bruxelas, Bélgica

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25 e 26 de abril de 2013

Prof. Christophe Blockeel (Universitair Ziekenhuis de Bruxelas -UZB)
Peter Humaidan ( Fertility Clinical Odense University Hospital – OUH – Dinamarca)
Em abril de 2013 participei mais uma vez de um grupo de estudo Bruxelas-Bélgica.. Esse encontro não é exatamente um simpósio, mas sim um encontro fechado de 16 especialistas conceituados de países diferentes: Bulgária, Eslovênia, França Alemanha, Espanha, Brasil e outros. Foram dois dias em que foram discutidas as experiências de cada um dos profissionais presentes nas técnicas de reprodução assistida mas as atenções se concentraram do novo medicamento ELONVA ( Coriofolitrofina) . Outros tópicos da medicina reprodutiva foram também discutidos. A importância deste encontro foi discutir as vantagens e a experiência dos médicos belgas que já usam este produto há mais de um ano. No Brasil o lançamento ocorreu nesta mesma data. Por se tratar de um novo medicamento, a experiência de outros centros de reprodução humana é extremamente útil para beneficiar as pacientes. “ É sempre importante tirar proveito das experiências daqueles que iniciaram um projeto, como neste caso.
Após o lançamento e este período de troca de experiências em Bruxelas o IPGO tem utilizado ELONVA e observado resultados bastante satisfatórios. As pacientes tem elogiado o conforto da diminuição das injeções diárias o que torna esta fase menos desgastante, uma vê que a disciplina dos horários deixa de ser necessária.
Apesar do protocolo rígido determinado pelo laboratório fabricante da medicação, novas alternativas podem ser observadas. Com muito critério e com troca de experiências confidenciais com os profissionais de outros países readaptamos os esquemas como, por exemplo, a associação com outras doses para casos especiais como as “baixas respondedoras”.
Entretanto é bom lembrar que o ELONVA é uma injeção única que vale por 7 dias de aplicação e substitui as aplicações diárias neste período. É administrado em dose única por injeção subcutânea. As mulheres que pesam 60 kg ou menos devem receber uma dose de 100 microgramas, ao passo que as mulheres que pesam mais de 60 kg devem receber uma dose de 150 microgramas. A doente ou o seu parceiro podem proceder à injeção no caso de terem recebido as instruções adequadas.

Grupo de estudo Internacional em Bruxelas

Grupo de estudo Internacional em Bruxelas

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Quatro ou cinco dias após a injeção do Elonva, dependendo da resposta dos ovários, inicia-se o tratamento com um antagonista da GnRH, que impede uma liberação prematura dos óvulos pelos ovários. Sete dias após a injeção do Elonva, no caso de ser necessária uma estimulação ovárica adicional, podem ser administradas injeções de um outro medicamento semelhante ao Elonva (FSH recombinante ou LH), mas adaptado a injeções diárias. Por último, logo que três óvulos estejam próximos da maturação, é administrada uma única injeção de um hormônio chamado gonadotropina coriônica (hCG) para libertar os óvulos amadurecidos. Elonva (corifolitropina alfa) tem ação semelhante a outros medicamentos que contem FSH também utilizados para estimular os ovários nos tratamentos de fertilidade, mas tem a diferença de possuírem uma ação prolongada no organismo. Em resultado disto, pode ser administrada uma dose única, substituindo desta forma as injeções diárias necessárias por estes outros.

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